UM INCENTIVO A ORAR FERVOROSAMENTE POR ISRAEL
UM INCENTIVO A ORAR FERVOROSAMENTE POR ISRAEL
Naftali Bennett, chefe de gabinete do primeiro ministro Benjamim Netanyahu de 2006 a 2008, disse que os israelenses estão agora mais preocupados do que nunca com a corrida do Irã para obter uma bomba nuclear. Para pletear junto ao aliado mais próximo de Israel, os Estados Unidos, que permita que Israel se defenda, ele criou um video e solicita que o mesmo seja distribuído.
No vídeo, Bennet afirma que os Estados Unidos e a Europa estão dizendo a Israel: Não bombardeiem as instalações nucleares do Irã. Isso é comprieesível. Eles não querem uma guerra regional como resultado de um ataque israelense; e eles não desejam que os preços do petrólio subamviolentamente, por certo não durante um ano de eleições. Aqueles que se opõem a um ataque preventivo apresentam alguns argumentos. A baixo segue a transcrição da mensagem do Sr. Bannett ao Estados Unidos: Primeiro, eles dizem que, embora o Irã queira a uma bomba, ele não desejarealmente usa-la. Seu (dos iranianos) único objetivo seria ganhar poderio regional, mas não tencionaria realmente bombardear Israel.
Essa é uma teoria interessante, mas vamos ouvir o que Mahmoud Ahmadinejad, o presidente do Irã diz de fato, em suas próprias palavras: Em 26 de outubro de 2005, ele afirmou: Israel deve ser eliminado do mapa.
Em 2 de agosto de 2006, ele perguntou: Eles são seres humanos? Eles são selvagens sedentos de sangue. Ele estava se referiando a nós, israelenses.
Em 8 de maio de 2008, ele declarou que Israel chegou ao fim, como um rato morto.
Em 10 de outubro de 2009, ele vociferou: O grito da nação iraniana é para sempre! Morte a Israel.
Em 11 de março de 2010, ele concluiu: Israel será aniquilado.
Creio que todos concordamos que Ahmadinejad esta sendo bastante claro a respeito de seus objetivos. Se ele uma lição que herdamos do Holocausto, é a seguinte: Quando alguém diz que aniquilar você, acredite. Portanto, sim, acreditamos em Ahmadinejad.
A seguir vem o argumento de que talvés o Irã queira mesmo bombardear Israel; mas não irá faze-lo porque Israel iria retaliar. Em outras palavras, uma destruição mutuamente asegurada fucionaria como impedimento, exatamente como aconteceu a União Soviética.
Bem, novamente vamos ouvir o que o Irã tem a dizer. O ex-presidente do Irã, Aiatolá Hashemi Rafsanjani, afirmou que não estava preocupado com a contaminação radioativa resultante de um ataque a Israel porque, em suas palavras: Com o lançamento de uma bomba atômica não restará nada em Israel. Mas, se Israel bombardear o Irã, serão produzidos apenas danoslimitados. E ele continuou explicando que Israel é territorialmente muito menor que o Irã, sendo, portanto, muito mais vulnerável a um ataque nuclear.
Veja, como o Irã tem 70 milhões de habitantes e Israel apenas 7 milhões, Rafsanjani crê que o Irã poderia sobreviver a uma troca de bombas nucleares, enquanto que Israel seria aniquilado. Mas as coisas, na verdade, vão um pouco mais longe. De acordo com a religião radical do Irã, no final dos tempos haverátotal e geral destreuíção, uma especie de Armagedom. As pessoas com essa mentalidade fanática realmente querem morrer como mártires, por isso, você não pode amendrontá-las com a possibilidade da morte.
Mas, a seguir vem o argumento, como disse o New York Times, que, mesmo que Israel bombardeie o Irã, ele só estaria atrasando o programa nucleariraniano por algusn anos. Então, qual é o objetivo disso? Bem, convenhamos! Quando alguem está apontando uma arma para você e esta quase para puxar o gatilho, atrasá-lo por apenas alguns anos pode ser algo muito interessante. E durante aqueles poucos anos, teríamos muitas novas oportunidades de resolver completamente o problema. Mas se, por outro lado, eles realmente objetiverem uma bomba atômica, então, é isso aí! Não há retorno.
O argumento, final contra um ataque é que, se o pior acontecer, nós, israelenses, podemos ter a certeza de que o Ocidente e, especialmente, os Estados Unidos,, esriam lá para nos proteger. Bem, de certa forma, isso é um tanto difícil de acreditarmos. Vamos dar uma olhada na curta história de Israel:
Em 1948, durante a Guerra da Independência de Israel, fomos invadidos por cinco exércitos árabes
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E tinhamos bem poucas armas e munições. A Organização das Nações Unidas impôs um embargo: e o mundo inteiro, inclusive os Estados Unidos, se recusou a vender armamentos a Israel. Ficamos sozinhos.
Em maio de 1967, quando o Egito, a Síria e a Jornânia se juntaram contra Israel e nos impuseram um bloqueio, o que as Nações Unidas fizeram? Retiraram suas forças do Sinai, aquelas mesmas forças que que estavam lá para proteger Israel em primeiro lugar. O Egito pediu que as tropasse retirassem e elas se levantaram e foram embora.
Novamente, ficamos sozinhos.
Na manhã de 6 de outubro de 1973, Israel descobriu que, dentro de poucas horas, seria atacado pelo Egito e pela Síria. A coisa lógica para nós teria sido nos prevenir e atacar primeiro. Mas os Estados Unidos nos enviaram uma mensagem clara: Não ataquem antecipadamente. Então , esperamos, e fomos atacados primeiro. Isso custou as vidas de milhares de nossos soldados na guerra de Yom Kppur. O mundo inteiro, exceto os Estados Unidos, se recusou a nos ajudar, enquanto, em muitos casos, prestava ajuda aos árabes.
Portanto, fica bastante claro que, quando surge o um problema sério, ficamos sozinhos. Sim, os Estados Unidos são os maiores amigos de Israel. Mas, quando o assunto é a nossa sobrevivencia,, podemos apenas confiar em nós mesmos para nos defender.
Assim, o que pedimos ao nosso melhor amigo, os Estados Unidos, e ao mundo inteiro, é que nos ajudem a impedir o Irã de obter a bomba. Mas, se vocês não vão impedir-lo, por favor, sim, por favor, não fiquem no nosso caminho. (Israel My Glory).
Extraído da revista Notícias de Israel- Setembro de 2012